Muitos de nós sonhamos ou corremos atrás da tão falada “vida melhor”, ou seja, a adequação perfeita de nossos direitos e deveres, bem como a prática de nossos valores em sinergia com nosso padrão de felicidade e estilo de vida.
Poucos sabem que isso já era almejado há muitos anos atrás, desde a civilização grega que, em busca da excelência do viver designou Aretê como o porta-voz deste ideal. A etimologia da palavra aretê, de origem grega, representa a "adaptação perfeita, excelência, virtude”. Mais do que isso é a expressão de uma sociedade que acreditava que cada indivíduo é dotado de habilidades que seriam utilizadas para defender e/ou alcançar um propósito diante a essência da vida: a felicidade plena.
Na Grécia Antiga, aretê significava também a coragem e a força de enfrentar todas as adversidades, e era uma virtude que todos aspiravam. Dessa forma passou a ser fundamental como base educacional do século IV a.C, pois contribuia na formação de cidadãos virtuosos com capacidade de assumir com êxito as funções que a sociedade estabelecia.
Novos modelos de civilizações foram criados e os homens absorveram a essência da
perfeição de Aretê, porém passaram a esquecer a sua finalidade, ou seja, o objetivo de bem comum por meio das habilidades e valores individuais. E começaram a utilizá-la em busca de uma produção de “bens”, desta vez não comum à todos, mas sim partidários assim como a sociedade industrial.
A qualidade que ditou as regras na Sociedade Industrial foi sem dúvidas, a eficiência. A capacidade de produção em menor tempo possível determinava o ritmo do crescimento das empresas e os melhores resultados. Já dizia Henry Ford: "Você pode ter o carro da cor que quiser, contanto que ele seja preto". E assim as linhas de montagem disparavam sem a necessidade de diferenciar o processo de pintura. Para os trabalhadores, bastava conhecer metade do processo.
A sociedade que se seguiu após a revolução industrial já não poderia ser mais a mesma. As bases econômicas mudaram, surgiram novas tecnologias e os setores de serviços e comunicação cresceram.
Sobrevivendo à avalanche de informações que o desenvolvimento tecnológico nos proporcionou, o capital humano constituiu então a Sociedade do Conhecimento. E nesse contexto o ser humano adquiriu uma responsabilidade insubstituível: a criatividade.
O mundo tornou-se volátil, o relacionamento mobile, bem como a ascensão das mídias sociais colaborativas e expressivas, deram voz aos consumidores permitindo a expressão de suas opiniões, necessidades e experiências. No início de 2009 a Technorati identificou 13 milhões de blogs ativos no mundo. Entre 2008 e 2009 o número de seguidores no Twitter aumentou 1.298%. O poder está com aqueles que não somente detém informação, mas principalmente com os que sabem como organizá-la com agilidade e utilizá-la de forma estratégica e eficaz.
Seja bem vindo à era da colaboração, da conectividade, da cocriação. O tempo no qual manter uma rede de valores sólida é essencial para a construção do mundo onde desejamos viver, com empresas mais saudáveis, consumidores mais conscientes, famílias mais estruturadas e comunidades melhor assistidas.
É sobre isso que vamos falar aqui, ideias que busquem excelência na adaptação ao novo ambiente que nos é proposto, por meio de valores éticos e duradouros.
Entre e compartilhe Aretê,
Até o Próximo Post.
Poucos sabem que isso já era almejado há muitos anos atrás, desde a civilização grega que, em busca da excelência do viver designou Aretê como o porta-voz deste ideal. A etimologia da palavra aretê, de origem grega, representa a "adaptação perfeita, excelência, virtude”. Mais do que isso é a expressão de uma sociedade que acreditava que cada indivíduo é dotado de habilidades que seriam utilizadas para defender e/ou alcançar um propósito diante a essência da vida: a felicidade plena.
Na Grécia Antiga, aretê significava também a coragem e a força de enfrentar todas as adversidades, e era uma virtude que todos aspiravam. Dessa forma passou a ser fundamental como base educacional do século IV a.C, pois contribuia na formação de cidadãos virtuosos com capacidade de assumir com êxito as funções que a sociedade estabelecia.
Novos modelos de civilizações foram criados e os homens absorveram a essência da
perfeição de Aretê, porém passaram a esquecer a sua finalidade, ou seja, o objetivo de bem comum por meio das habilidades e valores individuais. E começaram a utilizá-la em busca de uma produção de “bens”, desta vez não comum à todos, mas sim partidários assim como a sociedade industrial.
A qualidade que ditou as regras na Sociedade Industrial foi sem dúvidas, a eficiência. A capacidade de produção em menor tempo possível determinava o ritmo do crescimento das empresas e os melhores resultados. Já dizia Henry Ford: "Você pode ter o carro da cor que quiser, contanto que ele seja preto". E assim as linhas de montagem disparavam sem a necessidade de diferenciar o processo de pintura. Para os trabalhadores, bastava conhecer metade do processo.
A sociedade que se seguiu após a revolução industrial já não poderia ser mais a mesma. As bases econômicas mudaram, surgiram novas tecnologias e os setores de serviços e comunicação cresceram.
Sobrevivendo à avalanche de informações que o desenvolvimento tecnológico nos proporcionou, o capital humano constituiu então a Sociedade do Conhecimento. E nesse contexto o ser humano adquiriu uma responsabilidade insubstituível: a criatividade.
O mundo tornou-se volátil, o relacionamento mobile, bem como a ascensão das mídias sociais colaborativas e expressivas, deram voz aos consumidores permitindo a expressão de suas opiniões, necessidades e experiências. No início de 2009 a Technorati identificou 13 milhões de blogs ativos no mundo. Entre 2008 e 2009 o número de seguidores no Twitter aumentou 1.298%. O poder está com aqueles que não somente detém informação, mas principalmente com os que sabem como organizá-la com agilidade e utilizá-la de forma estratégica e eficaz.
Seja bem vindo à era da colaboração, da conectividade, da cocriação. O tempo no qual manter uma rede de valores sólida é essencial para a construção do mundo onde desejamos viver, com empresas mais saudáveis, consumidores mais conscientes, famílias mais estruturadas e comunidades melhor assistidas.
É sobre isso que vamos falar aqui, ideias que busquem excelência na adaptação ao novo ambiente que nos é proposto, por meio de valores éticos e duradouros.
Entre e compartilhe Aretê,
Até o Próximo Post.
Claudia Moreno e Karen Bezerra
Entre e Compartilhe Aretê!
ResponderExcluir