terça-feira, 14 de junho de 2011

Virada Sustentável: A 1ª edição de nosso dia-a-dia







Foi realizado nos dia 4 e 5 de Junho a primeira edição da Virada Sustentável na cidade de São Paulo. Com o objetivo de difundir e ampliar a informação sobre sustentabilidade na sociedade, a programação do evento contemplou a arte e as atividades lúdicas como principais ferramentas de comunicação e, inspirou as pessoas a enxergarem na sustentabilidade um valor coletivo.


De acordo com os organizadores da Virada Sustentável, foram 480 atividades culturais e educativas estrategicamente distribuídas em 78 espaços em várias regiões da cidade. “A população que participou foi diversa em todos os sentidos – faixa etária, qualificação profissional, situação econômica… não tinha como a Virada ser mais inclusiva!”, comemoram o jornalista André Palhano e a publicitária Mariana Amaral, organizadores do evento.

Dentre as diversas atividades e resultados que edição proporcionou para os cidadãos da cidade de SP, destacam-se a coleta e destino correto de 25 mil quilos de lixo eletrônico, atividades interativas com o público, exposições, filmes, debates e oficinas de manejo de resíduos para conscientizar os consumidores da importância da preservação ambiental, bem como ações que resgataram o interesse cultural e social dos paulistanos.

Além disso as 500 mil pessoas participantes das programações foram de certa forma sensibilizadas e orientadas sobre como fragmentar o tema sustentabilidade em um conjunto de ações simples, cotidianas e efetivas para tornar os dias da sociedade mais saudáveis, duradouros e quem sabe mais sustentáveis.

Essa continuidade é o desejo e a dica que a Aretê Comunicação deixa para quem participou, ou não, da primeira edição da Virada Sustentável.


Claudia Moreno e Karen Bezerra

Aretê Comunicação

sábado, 4 de junho de 2011

Atitude e inovação, as bases da inclusão financeira

Em 18/05 aconteceu o 7º Diálogo Aberto promovido pelo Banco Santander no RJ, onde discutimos o papel das instituições financeiras na bancarização das classes C e D. Um dos palestrantes, Lauro Gonzalez, Coordenador do Centro de Estudos em Microfinanças e Professor de Contabilidade e Finanças da FGV, abordou a questão das diferenças entre bancarização e inclusão financeira.

E como falar sobre inclusão financeira sem mencionar a visão de sustentabilidade essencial para essa transformação?

Os bancos têm um importante papel nesse processo, principalmente no que diz respeito à orientação sobre o uso correto e consciente dos recursos. A educação continua sendo a base fundamental para a evolução da sociedade em todos os seus aspectos.

Mas vale lembrarmos que a inclusão financeira não passa necessariamente pela bancarização. Considerando que no Brasil, 80% do Bolsa Família é pago por meio de correspondentes bancários; isso mesmo, casas lotéricas, correios, farmácias e supermercados; percebemos que existem alternativas inovadoras que contribuem de forma singular na inclusão financeira.

Um bom exemplo é o programa-piloto desenvolvido pela Vodafone: o M-PESA. No programa, instituições de microcrédito emprestam pequenas quantias para populações sem acesso bancário; essas recebem os valores por meio do celular, utilizando-o como um cartão de débito. O programa atende, principalmente, regiões onde não há agências bancárias e locais onde carregar quantias em dinheiro é arriscado. É um programa extraordinário, indiscutivelmente inovador, que facilitou o dia-a-dia de grande parte da população do Quênia.


“É preciso inovar para incluir.” Concordo com o Professor Lauro, as classes emergentes estão cada vez mais participativas e conectadas, e muito mais do que funcionalidade, exigem proximidade e relacionamento. É necessário criatividade e atitude para fazer da inclusão financeira um meio de redução das desigualdades sociais e econômicas do nosso país.

Entre e compartilhe Aretê.

Até a próxima!

Claudia Moreno e Karen Bezerra